sábado, 5 de dezembro de 2009

Fla de 2009 tem várias semelhanças com o de 1992


O rubro-negro mais atento e saudosista não nega: há cheiro de título no ar. Não só graças à bela campanha do Flamengo, mas, também, por coincidências com a trajetória da equipe de 1992, ano do penta.

Seria exagero? Muitos acreditam que não. Defendem que é o destino. Basta olhar com atenção e ver que os sinais que levaram ao penta se repetem hoje na trilha do hexa.

A começar pelo treinador. Carlinhos, em 1992, já havia sido campeão brasileiro, mas era encarado como eterno interino. Era, também, tão prata da casa como é hoje Andrade, efetivado ao cargo após anos como auxiliar. Ambos jogavam no meio: eram volantes. É difícil negar a semelhança.

Ainda mais se o torcedor rubronegro lembrar que o time de 1992 tinha Júnior, um veterano aos 38 anos, na regência do meio de campo da equipe. Hoje, ele vê em Petkovic, apoiador de 37 anos, o reflexo ideal do Maestro do penta. Mas as coincidências não param por aí. Hoje e em 1992, os elencos mostram 15 jogadores pratas da casa.

Aí já é demais, pode pensar o mais cético. Pois veja, então, os algarismos que formam o ano do penta (1992) e os que agora podem formar o ano do hexa (2009): os números 9 e 2 aparecem em ambos.

E 17 anos depois, o Flamengo conta com um novo Imperador: Adriano. Isso porque, em 1992, Júlio César, atacante e autor de um gol no segundo jogo da final contra o Botafogo, durante o pentacampeonato, tinha o mesmo apelido.

- Tem, mesmo, muita coisa a ver com 1992. Inclusive a maneira como o Flamengo chegou, vencendo partidas decisivas. Já fiquei pensando nisso, nos algarismos, eu era o Imperador, Adriano hoje é, tem o Andrade, o Carlinhos... O Flamengo tem tudo para, depois de muito tempo, conseguir um título nacional importante - disse o primeiro Imperador da História do Fla.

Diante de tanta coincidência, o torcedor deseja apenas uma diferença: de penta para hexa.
MSNEsportes

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