quinta-feira, 17 de março de 2011

Relembrando o Caso Ford: a Bahia continua lucrando com a turrice do governo Olívio Dutra

No final do governo Britto, 1997, quando já era certo que a Ford faria companhia à GM no RS, o editor visitou Guaíba, Gravataí, Nova Santa Rita e Glorinha, todas na Grande Porto Alegre, onde se instalariam respectivamente as fábricas da Ford, GM, Laminadora de Aço e Good Year.

. O então governo Olívio Dutra mandou Ford, Laminadora de Aço e Good Year para fora do RS. Só ficou a GM, cuja fábrica tinha chegando ao ponto de não retorno em Gravataí.

. É claro que a Laminadora e a Good Year só sairiam no caso de ser montado o verdadeiro super cluster de carros que Britto costurou para instalar no RS (Britto também atraiu a fábrica de caminhões International Harvester para Caxias e a fábrica de carros esportivos TVR para Farroupilha, como atrairia muito mais indústrias).

. A Ford acabou na Bahia, onde a figura de Olívio Dutra é saudada como grande benemérito do Estado. A superfábrica que montou lá, levou riqueza e empregos junto, mas também levou fornecedores fantásticos, como a fábrica de pneus alemã Continental (a Good Year não se interessou pela Bahia).

. Pois a Continental anunciou nesta quinta-feira que sua fábrica já é pequena e quer fabricar 10 milhões de pneus por ano. É por isto que anuncia novos investimentos de US$ 210 milhões.

- A economia gaúcha pode debitar toda essa conta na contabilidade do PT. Foi seu ranço jurássico neomarxista, aliado à turrice cristã-comunista do galo missioneiro, que confinaram os gaúchos no espaço estagnado sob as margens do Mampituba.

PolíbioBraga

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