sexta-feira, 22 de abril de 2011

Bacelar, o PTN e o partido na Bahia

Nos últimos dias foram divulgadas notas em que o deputado estadual afastado e atual secretário de Educação de Salvador, João Carlos Bacelar (PTN), havia perdido o comando do seu partido na Bahia.

Quase que imediatamente o Bacelar e seus correligionários trataram de desfazer o “mal entendido” ao afirmar que ele ficaria no partido. Fato é que, realmente antes do atual presidente quase que o PTN inexistia na Bahia.

Fato é também que o partido só passou a ser viável com o apoio e o viés oposicionista ao PT e ao governo Wagner. Tanto é assim que nenhum dos três deputados estaduais eleitos pelo partido (o próprio Bacelar, Carlos Geilson e Coronel Santana) precisaram do “apoio” do governador e de seu grupo político.

Entretanto, um possível alinhamento com Wagner tende a deixar o partido hibrido ou mesmo alinhado ao petismo? Isso só as eleições de 2012 podem dizer.

Em Vitória da Conquista, por exemplo, o vereador Joel Santanta (PTN) se alinhou ao governo Guilherme Menezes há dois meses. Fato esse que gerou desconfiança para os eleitores da cidade, principalmente para os eleitores do próximo Joel, que por seis anos passou criticando os governos petistas (de Zé Raimundo e Guilherme).

O mesmo pode estar fazendo o PTN estadual, que passou o primeiro mandato de Wagner todo fazendo oposição e pode estar encaminhando, agora para ser governo.

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