quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Diário no Hospital – I

Um dos nossos grandes erros é esperar que enfermidades sejam curadas em casa evitando assim os transtornos de se deslocar até um hospital, público e, em boa parte das vezes, lotado. Não é e não será diferente por um bom tempo no atendimento do SUS. Não pelos profissionais que lá estão trabalhando, mas sim pela demanda que é muito maior do que a oferta.

Percebemos isso no dia a dia, mas sentimos na pele apenas quando precisamos utilizar os serviços públicos de saúde. Logo no dia 09 de outubro a minha Bebezona acordou as 05h da manhã vomitando. Essa cena aconteceu outras cinco vezes durante o dia.

Para encurtar a conversa no dia 13 do mesmo mês os problemas continuaram e Dayana, mãe de Sabrina, decidiu levar nossa filha ao hospital. Isso às 14h. Como eu estava trabalhando, só pude chegar às 18h. Mas, com tantos outros casos similares ou de emergência, Sabrina só foi atendida às 20h.

Por volta das 22h, quando passou o susto e a demora tive a oportunidade de conhecer dois projetos sociais, silenciosos. Ambos os projetos levam alimentação para as pessoas, principalmente aquelas que não têm condições de pagar por isso. Então fica os parabéns aqui para a Igreja Getsemani, evangélica, e Rainha da Paz, católica.

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