sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Diário no Hospital – II

No segundo dia de hospital a apreensão dá lugar à esperança. Além disso, conhecemos pessoas de diversos locais da cidade e todos com os mesmos objetivos: sarar a enfermidade dos filhos. 

As doenças eram as mais diversas. Desde pneumonia até problemas de difícil detecção que uma menina possuía. Ela já estava no local há quase 15 dias e ainda não tinha previsão de receber alta. 

Cada família tem seu mundo. Cada pai é um pai. Cada mãe é uma mãe. Mas naquela sexta-feira pela manhã e parte da tarde, não encontrei um pai de nenhuma criança, a não ser eu (risos). É verdade. Nenhum. A noite, um deles apareceu no local, mas bem rápido. 

Nesse meio tempo, ainda fui até num velório se seu Manoelino, fazendeiro que havia falecido na noite que Sabrina foi internada. No local, como sempre, um dos assuntos foi a política. 2012 vem aí e não podemos ficar parados. Mais do que nunca, é hora de Vitória da Conquista mudar a cara da gestão municipal (mas isso é assunto para outro momento).

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